dinÂMICAS bÍBLICAS
 
Jesus solidário

JESUS SOLIDÁRIO

Nenhuma noite,
por mais escura e prolongada seja,
consegue impedir o amanhecer de novo dia.


Sentido e objetivo
Neste encontro com a Palawa, queremos refletir sobre um dos textos mais sugestivos para todos os que conhecem e querem seguir a Jesus Cristo, nosso Mestre, Amigo e Sal­vador: o texto dos discípulos de Emaús.
Trata-se de propor tempo de oração pessoal em sua vida.
Este momento pode ser seguido por uma partilha.

 

Primeiro passo: motivar
1. Prever tempo para oração pessoal.
2. Convidar os participantes a escolher bom lugar onde se sintam bem para a oração.
3. Que todos adotem boa posição que ajude a entrar em sintonia com Deus.
4. Ler, com calma e com docilidade o texto de Lc 24,13­-35.
5. Refletir o texto a partir das questões que seguem.

 

Segundo passo: algumas questões de ajuda
a) O que mais o marcou nesse texto do Evangelho? Que frase ou realidade mais o tocaram? Por que essas realidades mexem com você?
b) O que o texto tem a ver com sua vida, sua família, seu grupo, sua comunidade, onde vive sua fé? O que essas palavras nos ensinam?
c) Qual sua mensagem central para nós?
d) Os discípulos eram do grupo de Jesus. Diante da morte, eles deixam a comunidade (o grupo) e se afas­tam, fogem.

 

  1. E em sua vida, quais são as suas maiores dificul­dades e maiores fugas?
  2. Em que momentos foge da comunidade, ou se omite? Por quê?
  3. Onde e em que procura rerugio ou compensações?

e) Os dois discípulos iam conversando entre si. A res­peito de quê?

  1. No seu dia-a-dia, a respeito de que você mais con­versa?
  2. São conversas cujo assunto é alegre ou triste?
  3. São conversas edificantes ou destruidoras?
  4. Como gostaria que fossem suas conversas?
  5. Onde pode melhorar?

f) Jesus se aproxima e caminha com os discípulos de Emaús. Assim é Deus em nossa vida.

  1. Ultimamente, onde Deus esteve mais fortemen­te presente em sua vida?         
  2. Que experiências fortes de Deus já fez em sua vida?

g) Muitas vezes nossos olhos estão vendados, e não reconhecemos Jesus na vida, no próximo, nas co­munidades, na luta, na dor, nos excluídos, nas cele­brações...

  1. Por que não o reconhecemos?
  2. O que em sua vida não quer ver ou de que procu­ra desviar?
  3. O que procura ver constantemente?
  4. Onde deve abrir mais os olhos?

h) Jesus não é autoritário com os discípulos, ainda que estando equivocados. Deixa-os falar da vida, do que acontecera.

  1. Como é seu relacionamento com as pessoas: cal­mo, paciente, nervoso, calculista, ciumento, au­toritário, de respeito, orgulhoso, democrático, atencioso, agressivo, prepotente, sabedor de tudo? Valoriza o que os outros dizem...?
  2. Contemple-se a si mesmo e perceba-se no relacionamento com os outros.

i) Jesus é bom, e não "bonzinho". É amigo da verda­de e da verdadeira vida. Por isso repreende seve­ramente os dois: "homens sem inteligência, de co­ração duro..." É preciso olhar a vida dentro da história da salvação e não só ver o que está na fren­te do nariz.

  1. Por que, muitas vezes, nós facilmente desanima­mos na vida?
  2. Onde você pode melhorar e se converter mais para Deus e ao próximo?

j) Jesus abençoa, partilha e serve o pão. O seu Reino é de partilha.

  1. O que esta cena do Evangelho diz a você, a nós e ao mundo de hoje?
  2. Como o gesto de Jesus pode se encarnar mais em nossos dias?

k) Jesus é reconhecido na partilha, no serviço, na doa­ção. A experiência do Ressuscitado reconduz a pes­soa à sua comunidade: para partilhar a vida, a mis­são, o pão e a esperança.

  1. Como está sua vida em relação a sua comunidade, em relação a seu grupo de missão?
  2. Onde e como você pode ser mais do grupo, da comunidade, para os outros?

1) Qual o sentido da ressurreição de Jesus Cristo para você, para as pessoas do mundo de hoje?

Escreva uma oração a Jesus Cristo a partir daquilo sobre que você refletiu.

 

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