formacao integral

Estas dinâmicas são relativas ao nosso contato com Deus. Elas visam estreitar nossos laços de amizade e intimidade com Deus, sua vida e exemplos, através de inúmeras maneiras.

Bom proveito!

 
Coleção de dinâmicas de Teológico-teologais
 
Coleção de Dinâmicas da dimensão Teológico-teologal.

 

Sensação de vida e morte(celebrativa)
Teológico-teologal

Objetivos
Tomar consciência da brevidade da vida, de que ela é passa­geira nesta terra. Resgatar a importância, o valor de nossas ações.


Material
Duas velas (uma nova e outra bem gasta).


Processo
• Num primeiro momento, a sala deverá estar até um pouco escurecida.
• O animador motiva os participantes a entrar na dinâmica, pensando na vida, partindo da frase: "Eu tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ter feito ......... e deixei de fazer".
Assim a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão para que todos possam dizer de si (completando esta frase).
• Em seguida, acende-se a outra vela nova. Ilumina-se o ambiente. Do mesmo modo vai-se passando a vela nova de um a um, que completa a nova frase: "Eu,.......... tenho uma vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é .........".
• É bom partilhar os sentimentos vivenciados no correr da dinâmica. Lembrar as sensações que tiveram no primeiro e no segundo momentos.

 

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A luz
Teológico-teologal

Objetivo
Tomar consciência da aliança entre mim, o outro e Deus.


Material
Barbante (bastante), velas, mesa e Bíblia.


Processo
• Todos deverão estar em círculo. No centro do círculo, uma mesa.
• Coloca-se a Bíblia sobre a mesa, junto com a vela acesa. A Bíblia deverá estar amarrada com o barbante e este deverá ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos.
• Cada pessoa, com uma vela, vai ao centro do círculo e passa o barbante em volta de sua vela; em seguida, entrega a ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, e assim sucessivamente.
• Quando todos estiverem "enlaçados" pelo barbante, lê-se a passagem bíblica de Jo 8,12.
• Ao final, todos partilham o sentido da experiência, tentan­do relacioná-la com o texto bíblico proposto.

 

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Velas
Teológico-teologal

Objetivos
Perceber a atitude das pessoas diante da Palavra de Deus.


Material
Duas velas, caixa de fósforos.


Processo
• O animador combina antes com três pessoas do grupo acerca de sua co­laboração na dinâmica. O l2 deverá pegar uma vela, olhar para ela e depois quebrá-la em pedaços. O 2° deverá pegar a vela, acendê-la e depois apagá-la. O 3° deverá pegar a vela, olhar para ela, acendê-la e deixá-la acesa.
• O grupo senta-se em forma de círculo e, um a um, os três colaboradores vão encenar o que lhes foi pedido.
• Diante da atitude de cada um, o grupo vai partilhar um pouco sobre a nossa atitude diante da Palavra de Deus.
Obs.: Na hora da partilha, colocar a Bíblia no meio do círculo com uma vela acesa. Se for à noite, pode também apagar as lâmpadas.

 

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Teatrinhos bíblicos
Teológico-teologal

Objetivos
Perceber como Jesus age como pessoa (vendo, julgando e agindo). Levar o grupo a conhecer e vivenciar as atitudes de Jesus.


Material
Bíblias (se possível, para todos os participantes). Material para encenações (trajes, cenários etc). Fichas para cada grupo (cinco) contendo as seguintes explicações:
—> Que libertação Jesus nos mostra neste trecho?
—> Representar um teatrinho de quatro minutos sobre a maneira pela qual Jesus nos liberta hoje.
Grupo 1: Ler e refletir Lc 19,1-10: Jesus nos liberta da escravidão do dinheiro.
Grupo 2: Ler e refletir Lc 7,36-50: Jesus nos liberta dos preconceitos de classe, de raça ou de situação econômica.
Grupo 3: Ler e refletir Lc 10,25-35: Jesus nos liberta do desprezo pêlos marginais e marginalizados.
Grupo 4: Ler e refletir Mt 15,32-39: Jesus nos liberta da fome.
Grupo 5: Ler e refletir Jo 13,1-15: Jesus nos liberta de regimes opressores da exploração.


Processo
• O grupo é dividido em subgrupos para ler e refletir textos bíblicos que deverão ser apresentados em forma de teatro.
• Portanto, os participantes ficarão alguns minutos em grupos refletindo o texto. Em seguida preparam o teatro e apresentam-no. Por fim, avaliar a experiência vivenciada, tirando mensagens para a vida.
• Importante: os grupos apresentam seus teatrinhos sem explicações anteriores. Após cada apresentação, os ouvintes são convidados a falar sobre a mensagem do texto apresenta­do e adivinhar a passagem do Evangelho que foi encenada.

 

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Dinâmica da semente
Teológico-teologal

Objetivo
Confrontar a vida com o projeto de Deus e celebrá-la.


Material
Ambiente limpo e/ou forrado.


Processo
• Convidar o grupo para fazer uma experiência de vida e oração. Para isso será necessário despojamento e envolvi­mento de todos com alegria, e seguir atentamente as orienta­ções no decorrer do desenvolvimento da dinâmica.
• O coordenador inicia convidando cada pessoa a fechar os olhos e se colocar no chão encolhendo-se ao máximo, como se fosse uma semente jogada na terra. Isso mesmo, cada um imagine que é uma semente que o semeador vai lançando à cova, ao sulco. Que tipo de semente você é: grande, pequena, forte, frágil... Sinta o peso da terra que é jogada para cobri-la. Ouça os trovões, escute a chuva que cai. Sinta o corpo molhado. Agora o sol se levanta e vai aquecendo a terra. Sinta-se como a semente inchando e germinando. Vá movi­mentando lentamente os dedos e as mãos como o broto que surge. Vem mais chuva que refresca, e novamente o sol, que provoca novo impulso no crescimento.
• Isso mesmo, vá levantando o corpo e abrindo os braços como se fossem galhos. Já de pé, veja como o vento balança seus galhos; dê alguns passos, sinta os galhos das outras plantas. Veja como os pássaros vêm pousar em seus galhos, abra as mãos para que possam fazer um ninho e criar seus filhotes. Veja como os pássaros tratam seus filhotes com carinho.
• Ih! Formou-se uma tempes­tade! Vem o vento. Veja como ela quebra galhos e leva até árvores inteiras. A enxurrada cava as raízes... Ufa! Graças a Deus passou. Agora vêm as flores. Sinta as abelhas e o beija-flor fazendo festa. E as flores se transformando em frutos. Os frutos vão crescendo e amadurecendo. Epa! Já vêm aqueles moleques! Nem esperam os frutos amadurecer... Outros frutos resistem e amadurecem. Sinta a alegria daqueles que colhem os frutos. Os pássaros fazem aquela festa... Mas não deram conta de todos. Sobraram alguns. É chegada a hora. Pof! Caia ao chão como um fruto que derrama suas sementes. E começa tudo de novo... Por isso, faça sua oração a Deus de acordo com o que sente. Depois abra os olhos e contemple.
• No final, partilhar a experiência feita.

 

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Icebergs da vida
Teológico-teologal

Objetivos
Descobrir que é mais importante confiar nos outros do que conhecer coisas. Aceitar que o mais íntimo e profundo das pessoas não se demonstra, mas se crê. Criar atitudes de confiança, aceitação e respeito diante do mistério de cada pessoa. Preparar caminho para refletir acerca da fé.


Material
Para todos os participantes, canetas, toca-fitas e folhas com desenho de um iceberg: No l° desenho, apenas um iceberg. No 2° desenho, o iceberg deverá estar desenhado no início da folha, e esta dividida, conforme mostra o esquema:

 

do iceberg

do mar

do eu

de Deus

O que se vê

 

 

 

 

O que não se vê

 

 

 

 

Processo
• O animador apresenta a figura do iceberg, entregando o desenho n2 l (o iceberg) para cada participante. Procura explicar o que é um iceberg e qual seu significado simbólico.
• Motivar os participantes para que descubram os icebergs que há na vida, entregando a todos o desenho n- 2.
• Cada participante deverá escrever nos espaços correspon­dentes, com palavras simples, o que se vê e o que não se vê nestas realidades citadas: mar, si mesmo e Deus.
• Durante este trabalho, coloca-se um fundo musical. Todos devem ser convidados à interiorização. Caso seja necessário, o animador poderá estar junto para explicar, tirar as dúvidas e motivar à interiorização e reflexão pessoal.
• Em seguida, o animador motiva a  todos para uma partilha em pequenos grupos, sugerindo o roteiro abaixo:
a) Quais as dificuldades que vocês encontraram?
b) Em qual coluna vocês colocaram mais palavras? (o mar, o eu...).
c) O que os outros descobriram, que você ainda não havia percebido? Por que estas diferenças?
• Finalmente, em plenário, retomar as mesmas perguntas anteriores. O animador escreve no quadro o que de mais significativo for sendo dito, sublinhando expressões signifi­cativas.
• Ao avaliar a dinâmica, partilhar sentimentos e impressões acerca de Jesus, como por exemplo:
•> Jesus também era parecido com um iceberg? Por quê?
•> As pessoas viram-no, mas poucos descobriram a grandeza e o mistério da sua pessoa.
•> Os próprios apóstolos que conviviam com ele não con­seguiram descobrir totalmente quem ele era. Mas apesar de tudo permaneceram com ele, amaram e creram nele.

 

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Auto-radiografia
Teológico-teologal

Objetivos
Proporcionar um momento forte de revisão de vida em clima de oração. Valorizar a história de cada um. Rezar a partir das experiências mais importantes em nossa vida.

Material
Folhas duplas de computador ou de qualquer outro papel. Muitas revistas velhas, ao menos duas para cada participan­te. Cola, aparelho de som.


Processo
• O primeiro momento é vivenciado em silêncio, com fundo musical que ajude a meditar. É um trabalho estritamente pessoal. Não colocar o nome no cartaz nem escrever nada.
• 1° passo: Os participantes irão folhear as revistas e delas retirar três gravuras. Com estas deverão representar três situações: a) Meu passado (algum acontecimento pessoal ou familiar que tenha sido marcante, seja positivo ou negativo), b) Meu presente (quem sou, como sou, o que faço hoje...), c) Meu futuro (como me vejo no futuro, o que pretendo ser, meus sonhos...).
• 2° passo: Depois que todos montarem os próprios cartazes, o animador pede para a metade dos participantes sair da sala; deverão sair levando os próprios cartazes. Os que permaneceram na sala deverão expor os seus cartazes no chão ou num varal, e se afastarem deles.
• 3° passo: Após uns cinco minutos, os que saíram entram em silêncio na sala (permanece o fundo musical), passeiam diante dos cartazes, enquanto seguram os próprios cartazes. Ao sinal do animador, cada um dos que entraram vai escolher e pegar um cartaz. O dono deste cartaz se aproximará e ambos sairão para conversar sobre o significado dos cartazes, partilhando assim um pouco de suas vidas. • 4a passo: Depois todos voltam e, em plenário, avaliam a experiência, fazendo comentários e partilhando sentimentos vivenciados. Ou então oferecem os cartazes em forma celebrativa ou num momento da eucaristia.

 

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A corda
Teológico-teologal

Objetivos
Colocar o valor da própria vida: "O que pretendo e o que posso fazer com a minha vida". Celebrar a vida com as possibilidades que Deus deu a cada um. Optar de novo pessoalmente, pelo grupo e pelo caminho que este vai fazendo.


Material
Muitos pedaços de corda ou de cordel.


Processo
• O animador, com um pedaço grande de corda, dialoga com os participantes sobre as utilidades de uma corda. (Por exemplo, as cordas são utilizadas para pular, enforcar, açoi­tar, amarrar...). Com a vida, também se pode fazer muitas coisas. Vamos enumerá-las. Pode-se anotar no quadro o que forem falando.
• Formam-se vários grupos. Cada grupo recebe alguns pe­daços de corda. Com estas, cada grupo prepara encenações, sem palavras, ou objetos feitos com as cordas, que simbolizem o que as pessoas fazem com as suas vidas.
• Em plenário: Cada grupo, ao representar sua encenação ou mostrar o objeto feito com as cordas, não de­ve dar nenhuma ex­plicação com pala­vras. Os observadores serão os primeiros a tentar explicar o sig­nificado do que foi mostrado pelo grupo. Só depois os membros do grupo poderão explicar: completando, esclarecendo, acrescentando.
• Partilhar os sentimentos vivenciados e avaliar a dinâmica.

 

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Em alto-mar (razões para viver)
Teológico-teologal

Objetivos
Redescobrir a razão de viver. Lembrar a gratuidade de Deus que nos permite viver, gratuitamente.


Material              
Não é necessário.


Processo
O animador motiva para que todos se imaginem numa situação difícil em alto-mar.
• E preciso então que cada um busque razões para per­manecer vivo. "Eu preciso sobreviver, pois..."
• Após uns minutos de silêncio, sugere-se que apareceram botes salva-vidas, mas, de cada dois, se salvará apenas um. As duplas deverão discutir qual dos dois deverá se salvar.
• Aqueles que "se salvaram" continuam participando e os que "se afogaram" ficam de fora do grupo por um tempo.
• O animador diz que os botes não aguentaram o peso e é preciso que se unam em grupos de três. Destes três, apenas um será salvo. E todos procuram apresentar suas razões para sobreviver. Sobreviverão aqueles que conseguirem se justifi­car melhor, apresentando motivos mais convincentes.
• A dinâmica prossegue enquanto houver motivação para tal discussão e, ao final, faz-se uma partilha dos sentimentos experimentados durante a dinâmica. Pode-se também fazer um pequeno relatório das razões que cada um foi apresentando durante a dinâmica e apresentá-la no final.
• Rezar a gratuidade de Deus que não precisa nem depende de nossas razões e justificativas. Ele nos oferece a vida gratuitamente, incondicionalmente.

 

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Autobiografia
Teológico-teologal

Objetivos
Rever a vida com um olhar positivo. Libertar-se de traumas e assumir a história pessoal.
Material
Se julgar necessário, papel e caneta. Toca-fitas. Pode-se lançar mão também de outros recursos ou dinâmicas


Processo
• Orientar o grupo para o fato de que nossa história, com seus mais diversos acontecimentos, são como uma criança, como um filho. Mais: aqueles acontecimentos que a gente não aceita, mas que mexem no fundo de nossa vida, são como menores abandonados. Eles nos ameaçam e nos causam medo porque estão gritando por colo, carinho e paternidade/ maternidade. Quando eles encontram acolhida e atenção, deixam de nos amedrontar.
• Em silêncio e com um fundo musical apropriado, cada pessoa deverá recordar sua história pessoal, sobretudo os acontecimentos da infância e de modo especial aqueles que mais incomodam.
• Depois dar uma olhada positiva sobre estes acontecimentos, colocando algumas perguntas como: "Por que cada um agiu assim? Que razões tinham para isso? Será que foi por malda­de ou tinham lá suas razões? Será que não fizeram isso por amor? Agora procure encarar de frente essas pessoas e perdoá-las. Peça perdão a elas também. O que Deus poderá estar dizendo a partir destes acontecimentos? Faça uma oração para todas essas pessoas envolvidas. Agradeça a Deus por ter-lhe dado oportunidade de compreender a vida de modo diferente" etc.
• Partilhar a experiência em pequenos grupos e depois no plenário. Como se sentem? O que descobriram de novo? Como viver mais alegre e feliz? Qual o caminho que Jesus nos apresenta?

 

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Salmo da vida
Teológico-teologal

Objetivos
Rezar a partir da história pessoal. Fazer da autobiografia um fator de integração.


Material
Caneta e papel, equipamento para música de fundo.


Processo 
Orientar o grupo pa­ra que escreva a his­tória de sua vida, des­tacando os aconteci­mentos mais marcan­tes. Alertar o grupo para o fato de que uma experiência de dor, sofrimento, por exem­plo, deve ser vista co­mo acontecimento for­te e não simples fato negativo.
• Num segundo momento, as pessoas devem perguntar-se qual foi a experiência de Deus que fizeram a partir destes acontecimentos e/ou no decorrer da vida.
• Depois devem escrever o salmo da vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão ou clamor. Um mesmo salmo também pode conter as várias coisas.
• Garantir espaço para que cada um possa desenvolver seu trabalho em silêncio. Colocar um fundo musical para favore­cer a concentração e o ambiente de oração. Depois dar um sinal para que cada pessoa partilhe sua oração com outra, no máximo em três pessoas.


• Para concluir, reúne-se o grupo e quem quiser pode pôr em comum sua oração.
• Finalmente, avalia-se a experiência.
Obs.: Algumas questões que podem ser abordadas: Como se sentiu? O que mais lhe chamou a atenção? O que significou para você esta experiência? Como você lidou com os acon­tecimentos tristes ou dolorosos? Como tem sido sua experiên­cia de Deus?
—> Pode-se comparar o salmo da vida redigido com os salmos bíblicos.

 

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O sal e a pipoca
Teológico-teologal

Objetivo
Refletir sobre o sentido da vida e as conseqüências de nossa vida de fé.


Material
Fogareiro, uma panela, fósforo, gás, pipoca, óleo e sal.


Processo
• Reunir o grupo ao redor do fogareiro aceso e realizar a experiência de variadas formas. Apontamos uma.
• Acende-se o fogareiro: Pode-se tentar primeiro sem abrir o gás. Depois coloca-se a panela no fogo. Quando estiver bem aquecida, joga-se o sal puro para ver a reação: do sal e do grupo.
• Em seguida joga-se o óleo e estoura-se a pipoca, inicialmen­te sem a tampa de cobertura. Deixe o grupo reagir primeiro para depois pôr a tampa. Dessa primeira remessa não deixe ninguém comer. Peça para uma pessoa de confiança guardar.
• Estoure nova porção e distribua sem sal. Se alguém inter­vir, diga que não precisa. Depois faça outras com sal, queijo... e distribua aos participantes.
• Enquanto o grupo ainda estiver partilhando a pipoca, colocar cada objeto utilizado no meio do círculo e refletir o que presenciaram e observaram tanto em relação ao processo como em relação à reação das pessoas. Perguntar também pelo significado de cada objeto/símbolo.
• Avaliar a experiência, os sentimentos, o aprendizado, o que isto tem a ver com nossa vida. Confrontar com o texto de Mt 5,13 e concluir com um momento de oração.

 

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Povo de Deus
Teológico-teologal

Objetivos
Promover uma iniciação bíblica. Perceber e partilhar o co­nhecimento bíblico do grupo.


Material
Papel e pincéis; pode-se também utilizar figuras.


Processo
• Orientar as pessoas para se reunirem em pequenos grupos, em torno de cinco, mas com os membros do grupo que menos conhecem. Assim o processo se torna rápido e integrador.
• Cada grupinho vai fazer uma lista tanto dos personagens como dos fatos bíblicos que conhece, sem consultar a Bíblia. Depois de escrever o nome de cada fato e personagem, um em cada folha ou pedaço de papel, e colocá-los na ordem histórica, partilhar o que se vai descobrindo. De preferência, não misturar o Antigo com o Novo Testamento num mesmo trabalho.
• Quando os pequenos grupos acabarem seu trabalho, fazer o mesmo com todo o grupo. Se possível, esticar cordinhas ou barbantes nas paredes para ir pendurando os cartazes. O grupo deve discutir para chegar a um consenso quanto à ordem dos acontecimentos históricos.
• Concluída esta etapa, avaliar a experiência, como se senti­ram, como foi a participação, como está o conhecimento bíblico etc.
• Finalmente, faz-se um esclarecimento das dúvidas e apro­fundamento, de acordo com os objetivos do grupo.

 

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Ossos secos
Teológico-teologal

Objetivos
Refletir sobre nossa realidade de morte e a razão de nossa esperança. Realizar um momento de oração comunitária/grupal.


Material
Voluntários, Bíblia, jornais velhos, galhos secos etc.


Processo
• Prepara-se o ambiente com antecedência, em lugar reserva­do. Os voluntários deitam-se no chão. Depois são cobertos com jornais, galhos se­cos, folhas secas ou outras coisas, de tal modo que pareça um lugar abandonado.
• Quando tudo estiver prepara­do, o grupo se re­úne ao redor, en­toa-se um canto apropriado e depois com uma voz firme proclama-se e ence­na-se o texto de Ezequiel, se possível até "decorado", mas com expressão profética. Texto: Ez 37,1.11-14, depois 37,2-10, nesta sequência. À medida que forem proclamandos os ver­sículos 2-10, as pessoas vão se mexendo lentamente até se levantarem. Ao receberem o espírito, alegram-se, cumpri­mentam-se e entoam um canto de alegria.
• Em seguida, todos podem assentar-se no chão para elevar a Deus sua oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão, súplica, compromisso... E importante lembrar que a oração deve ser dirigida a Deus, e não aos companheiros.

 

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Fermento na massa
Teológico-teologal

Objetivos
Refletir sobre que tipo de fermento somos. Despertar para maior comunicação interpessoal. Avaliar o espírito de solida­riedade e partilha.


Material
Farinha de trigo, fermento, água, óleo e ovos em quantidade simbólica, isto é, só para ver. Equipamento para música de fundo.


Processo
• Colocar os ingredientes num lugar visível a todos e convidar o grupo a fazer um bolo, pão ou torta. Colocar também uma música apropriada de fundo.
• Através de gestos (mímica), distribuir os ingredientes acima para o grupo, na quantidade que julgar necessário e do modo que achar melhor. Cada pessoa também faz os gestos como se estivesse recebendo os ingredientes.


• Quando todos tiverem recebido os ingredientes, orientá-los para iniciar a mistura imaginária observando também as demais pessoas do grupo. Se julgar necessário, o coordenador pode ir dizendo e mostrando como amassar, para pôr mais coragem, para sentir o volume da massa, para verificar se o ponto está bom, se se colocaram todos os ingredientes, seja é hora de levar ao forno etc.


• Quando os pães/bolo imaginários estiverem prontos, pedir que cada um faça o que quiser com eles.
• Refletir a partir da experiência feita. Sugerimos algumas questões: Como se sentiram? O que observaram? Como foi o empenho de cada um? O que cada um fez com o pão/bolo? Quem recebeu, quem guardou e quem ficou sem? Por quê? Que significado tem para nós cada ingrediente? O que isso tudo tem a ver com nosso grupo?
• Confrontar com os textos bíblicos: Mt 16,5-12; Jo 6,1-15; Jo 12,1-11; Jo 7,37-39.


Obs: Esta mesma dinâmica também pode ser feita distri­buindo-se apenas um ingrediente para cada pessoa. Assim as pessoas têm de se congregar para conseguir produzir algo. Caso seja possível e de interesse do grupo, pode-se fazer a experiência não só de modo imaginário, mas produzindo algo de verdade, vivenciando mais concretamente todo o processo.

 

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O caminho e os gravetos
Teológico-teologal

Objetivos
Refletir sobre a vida e a caminhada do grupo. Fazer experi­ência da reconciliação.


Material
De acordo com a criatividade do grupo. Preparar local com antecedência.


Processo
• Convidar o grupo para realizar uma caminhada celebrativa. Vamos sugerir alguns passos. Deve ser adaptado de acordo com a realidade do grupo. Se for no período da quaresma, pode-se fazer em forma de via-sacra.
• Percorrer um caminho descalço, de preferência em direção a um cruzeiro ou uma gruta. No caminho sentir o pisar no chão, nos espinhos, nas pedras... e ir refletindo quais são os espinhos, as pedras da vida pessoal, do grupo e da sociedade. Enquanto caminha, recolher gravetos ou outros objetos que simbolizem seus pecados pessoais e também os pecados sociais.
• Se não for via-sacra, preparar algumas paradas com refle­xões, encenações, cartazes ou textos que ajudem a refletir, meditar e rezar. Pode-se também intercalar com orações conjuntas, refrões, salmos e cantos.
• Chegando ao ponto final, partilhar a experiência e celebrar a reconciliação. Queimar os gravetos que simbolizam os pecados. Reconciliar-se com os irmãos através de um abraço fraterno na atitude de quem pede perdão aos irmãos e oferece ò perdão gratuitamente.
• Conclui-se com um momento e/ou canto de ação de graças.

 

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A água e o batismo
Teológico-teologal

Objetivos
|Refletir sobre o batismo. Renovar os compromissos batismais.


Material
Jarro com água, bacia, toalha, Bíblia... Se possível, caracte­rizar o ambiente de tal modo que expresse a realidade de nosso povo com capas de revistas, faixas, símbolos diversos.


Processo
• Iniciar no ambiente preparado com um canto apropriado.
• Depois proclamar a leitura de Ex 14,15-31, seguido do cântico da vitória de Ex 15,1-21 como salmo. Em seguida refletir sobre o recado de Deus para nós hoje. Retomar o versículo 15:0 que aconteceu com os egípcios e com o povo de Israel? Qual era o projeto de cada um? Qual a atitude de Deus? O que isso tem a ver com nossa realidade, hoje? Que ligação tem com o nosso batismo? Esta conversa pode ser feita em cochicho e depois partilhada.


• Em seguida, entoa-se um canto de aclamação e proclama-se um destes textos ou outro que se julgar mais apropriado: Jo 4,1-42; Mt 28,16-20. Momento de silêncio seguido de preces, a partir do texto do Evangelho. Se escolherem o texto de Jo 4, algumas questões que podem ser abordadas: É ao redor do poço que Abraão, Moisés e Jacó encontram a esposa. Aí também a samaritana vai encontrar o sétimo e verdadeiro marido. Ela deixa o balde, pois já bebeu da fonte de água viva. E nós? Ela vai anunciar e dá testemunho. Pelo seu testemu­nho, os seus também bebem da fonte... O que isso tem a ver com o nosso batismo? Como vivenciamos e celebramos a conversão ao projeto de Deus, a adesão a Jesus Cristo, à comunidade dos seguidores/Igreja, e como participamos da mesma missão de Jesus?
• Realizar a bênção da água (de modo espontâneo ou com a fórmula do ritual — se não houver padre, tomar o ritual de bênçãos para ministros leigos). Renovar a renúncia ao demônio, que divide, explora, isola as pessoas... e a profissão de fé. Pode-se também cantar ou rezar a ladainha em base ao ritual ou a partir da invocação dos santos conhecidos e/ou da devoção de cada um. Em seguida aspergir a água sobre as pessoas. Entoa-se um canto apropriado.
• Conclui-se agradecendo a Deus o batismo e o dom da fé, e pedindo perseverança e fidelidade.