Estas dinâmicas são relativas ao nosso contato com Deus. Elas visam estreitar nossos laços de amizade e intimidade com Deus, sua vida e exemplos, através de inúmeras maneiras.
Bom proveito!
Objetivos
Tomar consciência da brevidade da vida, de que ela é passageira nesta terra. Resgatar a importância, o valor de nossas ações.
Material
Duas velas (uma nova e outra bem gasta).
Processo
• Num primeiro momento, a sala deverá estar até um pouco escurecida.
• O animador motiva os participantes a entrar na dinâmica, pensando na vida, partindo da frase: "Eu tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ter feito ......... e deixei de fazer".
Assim a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão para que todos possam dizer de si (completando esta frase).
• Em seguida, acende-se a outra vela nova. Ilumina-se o ambiente. Do mesmo modo vai-se passando a vela nova de um a um, que completa a nova frase: "Eu,.......... tenho uma vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é .........".
• É bom partilhar os sentimentos vivenciados no correr da dinâmica. Lembrar as sensações que tiveram no primeiro e no segundo momentos.
Objetivo
Tomar consciência da aliança entre mim, o outro e Deus.
Material
Barbante (bastante), velas, mesa e Bíblia.
Processo
• Todos deverão estar em círculo. No centro do círculo, uma mesa.
• Coloca-se a Bíblia sobre a mesa, junto com a vela acesa. A Bíblia deverá estar amarrada com o barbante e este deverá ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos.
• Cada pessoa, com uma vela, vai ao centro do círculo e passa o barbante em volta de sua vela; em seguida, entrega a ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, e assim sucessivamente.
• Quando todos estiverem "enlaçados" pelo barbante, lê-se a passagem bíblica de Jo 8,12.
• Ao final, todos partilham o sentido da experiência, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.
Objetivos
Perceber a atitude das pessoas diante da Palavra de Deus.
Material
Duas velas, caixa de fósforos.
Processo
• O animador combina antes com três pessoas do grupo acerca de sua colaboração na dinâmica. O l2 deverá pegar uma vela, olhar para ela e depois quebrá-la em pedaços. O 2° deverá pegar a vela, acendê-la e depois apagá-la. O 3° deverá pegar a vela, olhar para ela, acendê-la e deixá-la acesa.
• O grupo senta-se em forma de círculo e, um a um, os três colaboradores vão encenar o que lhes foi pedido.
• Diante da atitude de cada um, o grupo vai partilhar um pouco sobre a nossa atitude diante da Palavra de Deus.
Obs.: Na hora da partilha, colocar a Bíblia no meio do círculo com uma vela acesa. Se for à noite, pode também apagar as lâmpadas.
Objetivos
Perceber como Jesus age como pessoa (vendo, julgando e agindo). Levar o grupo a conhecer e vivenciar as atitudes de Jesus.
Material
Bíblias (se possível, para todos os participantes). Material para encenações (trajes, cenários etc). Fichas para cada grupo (cinco) contendo as seguintes explicações:
—> Que libertação Jesus nos mostra neste trecho?
—> Representar um teatrinho de quatro minutos sobre a maneira pela qual Jesus nos liberta hoje.
Grupo 1: Ler e refletir Lc 19,1-10: Jesus nos liberta da escravidão do dinheiro.
Grupo 2: Ler e refletir Lc 7,36-50: Jesus nos liberta dos preconceitos de classe, de raça ou de situação econômica.
Grupo 3: Ler e refletir Lc 10,25-35: Jesus nos liberta do desprezo pêlos marginais e marginalizados.
Grupo 4: Ler e refletir Mt 15,32-39: Jesus nos liberta da fome.
Grupo 5: Ler e refletir Jo 13,1-15: Jesus nos liberta de regimes opressores da exploração.
Processo
• O grupo é dividido em subgrupos para ler e refletir textos bíblicos que deverão ser apresentados em forma de teatro.
• Portanto, os participantes ficarão alguns minutos em grupos refletindo o texto. Em seguida preparam o teatro e apresentam-no. Por fim, avaliar a experiência vivenciada, tirando mensagens para a vida.
• Importante: os grupos apresentam seus teatrinhos sem explicações anteriores. Após cada apresentação, os ouvintes são convidados a falar sobre a mensagem do texto apresentado e adivinhar a passagem do Evangelho que foi encenada.
Objetivo
Confrontar a vida com o projeto de Deus e celebrá-la.
Material
Ambiente limpo e/ou forrado.
Processo
• Convidar o grupo para fazer uma experiência de vida e oração. Para isso será necessário despojamento e envolvimento de todos com alegria, e seguir atentamente as orientações no decorrer do desenvolvimento da dinâmica.
• O coordenador inicia convidando cada pessoa a fechar os olhos e se colocar no chão encolhendo-se ao máximo, como se fosse uma semente jogada na terra. Isso mesmo, cada um imagine que é uma semente que o semeador vai lançando à cova, ao sulco. Que tipo de semente você é: grande, pequena, forte, frágil... Sinta o peso da terra que é jogada para cobri-la. Ouça os trovões, escute a chuva que cai. Sinta o corpo molhado. Agora o sol se levanta e vai aquecendo a terra. Sinta-se como a semente inchando e germinando. Vá movimentando lentamente os dedos e as mãos como o broto que surge. Vem mais chuva que refresca, e novamente o sol, que provoca novo impulso no crescimento.
• Isso mesmo, vá levantando o corpo e abrindo os braços como se fossem galhos. Já de pé, veja como o vento balança seus galhos; dê alguns passos, sinta os galhos das outras plantas. Veja como os pássaros vêm pousar em seus galhos, abra as mãos para que possam fazer um ninho e criar seus filhotes. Veja como os pássaros tratam seus filhotes com carinho.
• Ih! Formou-se uma tempestade! Vem o vento. Veja como ela quebra galhos e leva até árvores inteiras. A enxurrada cava as raízes... Ufa! Graças a Deus passou. Agora vêm as flores. Sinta as abelhas e o beija-flor fazendo festa. E as flores se transformando em frutos. Os frutos vão crescendo e amadurecendo. Epa! Já vêm aqueles moleques! Nem esperam os frutos amadurecer... Outros frutos resistem e amadurecem. Sinta a alegria daqueles que colhem os frutos. Os pássaros fazem aquela festa... Mas não deram conta de todos. Sobraram alguns. É chegada a hora. Pof! Caia ao chão como um fruto que derrama suas sementes. E começa tudo de novo... Por isso, faça sua oração a Deus de acordo com o que sente. Depois abra os olhos e contemple.
• No final, partilhar a experiência feita.
Objetivos
Descobrir que é mais importante confiar nos outros do que conhecer coisas. Aceitar que o mais íntimo e profundo das pessoas não se demonstra, mas se crê. Criar atitudes de confiança, aceitação e respeito diante do mistério de cada pessoa. Preparar caminho para refletir acerca da fé.
Material
Para todos os participantes, canetas, toca-fitas e folhas com desenho de um iceberg: No l° desenho, apenas um iceberg. No 2° desenho, o iceberg deverá estar desenhado no início da folha, e esta dividida, conforme mostra o esquema:
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do iceberg |
do mar |
do eu |
de Deus |
O que se vê |
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O que não se vê |
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Processo
• O animador apresenta a figura do iceberg, entregando o desenho n2 l (o iceberg) para cada participante. Procura explicar o que é um iceberg e qual seu significado simbólico.
• Motivar os participantes para que descubram os icebergs que há na vida, entregando a todos o desenho n- 2.
• Cada participante deverá escrever nos espaços correspondentes, com palavras simples, o que se vê e o que não se vê nestas realidades citadas: mar, si mesmo e Deus.
• Durante este trabalho, coloca-se um fundo musical. Todos devem ser convidados à interiorização. Caso seja necessário, o animador poderá estar junto para explicar, tirar as dúvidas e motivar à interiorização e reflexão pessoal.
• Em seguida, o animador motiva a todos para uma partilha em pequenos grupos, sugerindo o roteiro abaixo:
a) Quais as dificuldades que vocês encontraram?
b) Em qual coluna vocês colocaram mais palavras? (o mar, o eu...).
c) O que os outros descobriram, que você ainda não havia percebido? Por que estas diferenças?
• Finalmente, em plenário, retomar as mesmas perguntas anteriores. O animador escreve no quadro o que de mais significativo for sendo dito, sublinhando expressões significativas.
• Ao avaliar a dinâmica, partilhar sentimentos e impressões acerca de Jesus, como por exemplo:
•> Jesus também era parecido com um iceberg? Por quê?
•> As pessoas viram-no, mas poucos descobriram a grandeza e o mistério da sua pessoa.
•> Os próprios apóstolos que conviviam com ele não conseguiram descobrir totalmente quem ele era. Mas apesar de tudo permaneceram com ele, amaram e creram nele.
Objetivos
Proporcionar um momento forte de revisão de vida em clima de oração. Valorizar a história de cada um. Rezar a partir das experiências mais importantes em nossa vida.
Material
Folhas duplas de computador ou de qualquer outro papel. Muitas revistas velhas, ao menos duas para cada participante. Cola, aparelho de som.
Processo
• O primeiro momento é vivenciado em silêncio, com fundo musical que ajude a meditar. É um trabalho estritamente pessoal. Não colocar o nome no cartaz nem escrever nada.
• 1° passo: Os participantes irão folhear as revistas e delas retirar três gravuras. Com estas deverão representar três situações: a) Meu passado (algum acontecimento pessoal ou familiar que tenha sido marcante, seja positivo ou negativo), b) Meu presente (quem sou, como sou, o que faço hoje...), c) Meu futuro (como me vejo no futuro, o que pretendo ser, meus sonhos...).
• 2° passo: Depois que todos montarem os próprios cartazes, o animador pede para a metade dos participantes sair da sala; deverão sair levando os próprios cartazes. Os que permaneceram na sala deverão expor os seus cartazes no chão ou num varal, e se afastarem deles.
• 3° passo: Após uns cinco minutos, os que saíram entram em silêncio na sala (permanece o fundo musical), passeiam diante dos cartazes, enquanto seguram os próprios cartazes. Ao sinal do animador, cada um dos que entraram vai escolher e pegar um cartaz. O dono deste cartaz se aproximará e ambos sairão para conversar sobre o significado dos cartazes, partilhando assim um pouco de suas vidas. • 4a passo: Depois todos voltam e, em plenário, avaliam a experiência, fazendo comentários e partilhando sentimentos vivenciados. Ou então oferecem os cartazes em forma celebrativa ou num momento da eucaristia.
Objetivos
Colocar o valor da própria vida: "O que pretendo e o que posso fazer com a minha vida". Celebrar a vida com as possibilidades que Deus deu a cada um. Optar de novo pessoalmente, pelo grupo e pelo caminho que este vai fazendo.
Material
Muitos pedaços de corda ou de cordel.
Processo
• O animador, com um pedaço grande de corda, dialoga com os participantes sobre as utilidades de uma corda. (Por exemplo, as cordas são utilizadas para pular, enforcar, açoitar, amarrar...). Com a vida, também se pode fazer muitas coisas. Vamos enumerá-las. Pode-se anotar no quadro o que forem falando.
• Formam-se vários grupos. Cada grupo recebe alguns pedaços de corda. Com estas, cada grupo prepara encenações, sem palavras, ou objetos feitos com as cordas, que simbolizem o que as pessoas fazem com as suas vidas.
• Em plenário: Cada grupo, ao representar sua encenação ou mostrar o objeto feito com as cordas, não deve dar nenhuma explicação com palavras. Os observadores serão os primeiros a tentar explicar o significado do que foi mostrado pelo grupo. Só depois os membros do grupo poderão explicar: completando, esclarecendo, acrescentando.
• Partilhar os sentimentos vivenciados e avaliar a dinâmica.
Objetivos
Redescobrir a razão de viver. Lembrar a gratuidade de Deus que nos permite viver, gratuitamente.
Material
Não é necessário.
Processo
O animador motiva para que todos se imaginem numa situação difícil em alto-mar.
• E preciso então que cada um busque razões para permanecer vivo. "Eu preciso sobreviver, pois..."
• Após uns minutos de silêncio, sugere-se que apareceram botes salva-vidas, mas, de cada dois, se salvará apenas um. As duplas deverão discutir qual dos dois deverá se salvar.
• Aqueles que "se salvaram" continuam participando e os que "se afogaram" ficam de fora do grupo por um tempo.
• O animador diz que os botes não aguentaram o peso e é preciso que se unam em grupos de três. Destes três, apenas um será salvo. E todos procuram apresentar suas razões para sobreviver. Sobreviverão aqueles que conseguirem se justificar melhor, apresentando motivos mais convincentes.
• A dinâmica prossegue enquanto houver motivação para tal discussão e, ao final, faz-se uma partilha dos sentimentos experimentados durante a dinâmica. Pode-se também fazer um pequeno relatório das razões que cada um foi apresentando durante a dinâmica e apresentá-la no final.
• Rezar a gratuidade de Deus que não precisa nem depende de nossas razões e justificativas. Ele nos oferece a vida gratuitamente, incondicionalmente.
Objetivos
Rever a vida com um olhar positivo. Libertar-se de traumas e assumir a história pessoal.
Material
Se julgar necessário, papel e caneta. Toca-fitas. Pode-se lançar mão também de outros recursos ou dinâmicas
Processo
• Orientar o grupo para o fato de que nossa história, com seus mais diversos acontecimentos, são como uma criança, como um filho. Mais: aqueles acontecimentos que a gente não aceita, mas que mexem no fundo de nossa vida, são como menores abandonados. Eles nos ameaçam e nos causam medo porque estão gritando por colo, carinho e paternidade/ maternidade. Quando eles encontram acolhida e atenção, deixam de nos amedrontar.
• Em silêncio e com um fundo musical apropriado, cada pessoa deverá recordar sua história pessoal, sobretudo os acontecimentos da infância e de modo especial aqueles que mais incomodam.
• Depois dar uma olhada positiva sobre estes acontecimentos, colocando algumas perguntas como: "Por que cada um agiu assim? Que razões tinham para isso? Será que foi por maldade ou tinham lá suas razões? Será que não fizeram isso por amor? Agora procure encarar de frente essas pessoas e perdoá-las. Peça perdão a elas também. O que Deus poderá estar dizendo a partir destes acontecimentos? Faça uma oração para todas essas pessoas envolvidas. Agradeça a Deus por ter-lhe dado oportunidade de compreender a vida de modo diferente" etc.
• Partilhar a experiência em pequenos grupos e depois no plenário. Como se sentem? O que descobriram de novo? Como viver mais alegre e feliz? Qual o caminho que Jesus nos apresenta?
Objetivos
Rezar a partir da história pessoal. Fazer da autobiografia um fator de integração.
Material
Caneta e papel, equipamento para música de fundo.
Processo
Orientar o grupo para que escreva a história de sua vida, destacando os acontecimentos mais marcantes. Alertar o grupo para o fato de que uma experiência de dor, sofrimento, por exemplo, deve ser vista como acontecimento forte e não simples fato negativo.
• Num segundo momento, as pessoas devem perguntar-se qual foi a experiência de Deus que fizeram a partir destes acontecimentos e/ou no decorrer da vida.
• Depois devem escrever o salmo da vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão ou clamor. Um mesmo salmo também pode conter as várias coisas.
• Garantir espaço para que cada um possa desenvolver seu trabalho em silêncio. Colocar um fundo musical para favorecer a concentração e o ambiente de oração. Depois dar um sinal para que cada pessoa partilhe sua oração com outra, no máximo em três pessoas.
• Para concluir, reúne-se o grupo e quem quiser pode pôr em comum sua oração.
• Finalmente, avalia-se a experiência.
Obs.: Algumas questões que podem ser abordadas: Como se sentiu? O que mais lhe chamou a atenção? O que significou para você esta experiência? Como você lidou com os acontecimentos tristes ou dolorosos? Como tem sido sua experiência de Deus?
—> Pode-se comparar o salmo da vida redigido com os salmos bíblicos.
Objetivo
Refletir sobre o sentido da vida e as conseqüências de nossa vida de fé.
Material
Fogareiro, uma panela, fósforo, gás, pipoca, óleo e sal.
Processo
• Reunir o grupo ao redor do fogareiro aceso e realizar a experiência de variadas formas. Apontamos uma.
• Acende-se o fogareiro: Pode-se tentar primeiro sem abrir o gás. Depois coloca-se a panela no fogo. Quando estiver bem aquecida, joga-se o sal puro para ver a reação: do sal e do grupo.
• Em seguida joga-se o óleo e estoura-se a pipoca, inicialmente sem a tampa de cobertura. Deixe o grupo reagir primeiro para depois pôr a tampa. Dessa primeira remessa não deixe ninguém comer. Peça para uma pessoa de confiança guardar.
• Estoure nova porção e distribua sem sal. Se alguém intervir, diga que não precisa. Depois faça outras com sal, queijo... e distribua aos participantes.
• Enquanto o grupo ainda estiver partilhando a pipoca, colocar cada objeto utilizado no meio do círculo e refletir o que presenciaram e observaram tanto em relação ao processo como em relação à reação das pessoas. Perguntar também pelo significado de cada objeto/símbolo.
• Avaliar a experiência, os sentimentos, o aprendizado, o que isto tem a ver com nossa vida. Confrontar com o texto de Mt 5,13 e concluir com um momento de oração.
Objetivos
Promover uma iniciação bíblica. Perceber e partilhar o conhecimento bíblico do grupo.
Material
Papel e pincéis; pode-se também utilizar figuras.
Processo
• Orientar as pessoas para se reunirem em pequenos grupos, em torno de cinco, mas com os membros do grupo que menos conhecem. Assim o processo se torna rápido e integrador.
• Cada grupinho vai fazer uma lista tanto dos personagens como dos fatos bíblicos que conhece, sem consultar a Bíblia. Depois de escrever o nome de cada fato e personagem, um em cada folha ou pedaço de papel, e colocá-los na ordem histórica, partilhar o que se vai descobrindo. De preferência, não misturar o Antigo com o Novo Testamento num mesmo trabalho.
• Quando os pequenos grupos acabarem seu trabalho, fazer o mesmo com todo o grupo. Se possível, esticar cordinhas ou barbantes nas paredes para ir pendurando os cartazes. O grupo deve discutir para chegar a um consenso quanto à ordem dos acontecimentos históricos.
• Concluída esta etapa, avaliar a experiência, como se sentiram, como foi a participação, como está o conhecimento bíblico etc.
• Finalmente, faz-se um esclarecimento das dúvidas e aprofundamento, de acordo com os objetivos do grupo.
Objetivos
Refletir sobre nossa realidade de morte e a razão de nossa esperança. Realizar um momento de oração comunitária/grupal.
Material
Voluntários, Bíblia, jornais velhos, galhos secos etc.
Processo
• Prepara-se o ambiente com antecedência, em lugar reservado. Os voluntários deitam-se no chão. Depois são cobertos com jornais, galhos secos, folhas secas ou outras coisas, de tal modo que pareça um lugar abandonado.
• Quando tudo estiver preparado, o grupo se reúne ao redor, entoa-se um canto apropriado e depois com uma voz firme proclama-se e encena-se o texto de Ezequiel, se possível até "decorado", mas com expressão profética. Texto: Ez 37,1.11-14, depois 37,2-10, nesta sequência. À medida que forem proclamandos os versículos 2-10, as pessoas vão se mexendo lentamente até se levantarem. Ao receberem o espírito, alegram-se, cumprimentam-se e entoam um canto de alegria.
• Em seguida, todos podem assentar-se no chão para elevar a Deus sua oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão, súplica, compromisso... E importante lembrar que a oração deve ser dirigida a Deus, e não aos companheiros.
Objetivos
Refletir sobre que tipo de fermento somos. Despertar para maior comunicação interpessoal. Avaliar o espírito de solidariedade e partilha.
Material
Farinha de trigo, fermento, água, óleo e ovos em quantidade simbólica, isto é, só para ver. Equipamento para música de fundo.
Processo
• Colocar os ingredientes num lugar visível a todos e convidar o grupo a fazer um bolo, pão ou torta. Colocar também uma música apropriada de fundo.
• Através de gestos (mímica), distribuir os ingredientes acima para o grupo, na quantidade que julgar necessário e do modo que achar melhor. Cada pessoa também faz os gestos como se estivesse recebendo os ingredientes.
• Quando todos tiverem recebido os ingredientes, orientá-los para iniciar a mistura imaginária observando também as demais pessoas do grupo. Se julgar necessário, o coordenador pode ir dizendo e mostrando como amassar, para pôr mais coragem, para sentir o volume da massa, para verificar se o ponto está bom, se se colocaram todos os ingredientes, seja é hora de levar ao forno etc.
• Quando os pães/bolo imaginários estiverem prontos, pedir que cada um faça o que quiser com eles.
• Refletir a partir da experiência feita. Sugerimos algumas questões: Como se sentiram? O que observaram? Como foi o empenho de cada um? O que cada um fez com o pão/bolo? Quem recebeu, quem guardou e quem ficou sem? Por quê? Que significado tem para nós cada ingrediente? O que isso tudo tem a ver com nosso grupo?
• Confrontar com os textos bíblicos: Mt 16,5-12; Jo 6,1-15; Jo 12,1-11; Jo 7,37-39.
Obs: Esta mesma dinâmica também pode ser feita distribuindo-se apenas um ingrediente para cada pessoa. Assim as pessoas têm de se congregar para conseguir produzir algo. Caso seja possível e de interesse do grupo, pode-se fazer a experiência não só de modo imaginário, mas produzindo algo de verdade, vivenciando mais concretamente todo o processo.
Objetivos
Refletir sobre a vida e a caminhada do grupo. Fazer experiência da reconciliação.
Material
De acordo com a criatividade do grupo. Preparar local com antecedência.
Processo
• Convidar o grupo para realizar uma caminhada celebrativa. Vamos sugerir alguns passos. Deve ser adaptado de acordo com a realidade do grupo. Se for no período da quaresma, pode-se fazer em forma de via-sacra.
• Percorrer um caminho descalço, de preferência em direção a um cruzeiro ou uma gruta. No caminho sentir o pisar no chão, nos espinhos, nas pedras... e ir refletindo quais são os espinhos, as pedras da vida pessoal, do grupo e da sociedade. Enquanto caminha, recolher gravetos ou outros objetos que simbolizem seus pecados pessoais e também os pecados sociais.
• Se não for via-sacra, preparar algumas paradas com reflexões, encenações, cartazes ou textos que ajudem a refletir, meditar e rezar. Pode-se também intercalar com orações conjuntas, refrões, salmos e cantos.
• Chegando ao ponto final, partilhar a experiência e celebrar a reconciliação. Queimar os gravetos que simbolizam os pecados. Reconciliar-se com os irmãos através de um abraço fraterno na atitude de quem pede perdão aos irmãos e oferece ò perdão gratuitamente.
• Conclui-se com um momento e/ou canto de ação de graças.
Objetivos
|Refletir sobre o batismo. Renovar os compromissos batismais.
Material
Jarro com água, bacia, toalha, Bíblia... Se possível, caracterizar o ambiente de tal modo que expresse a realidade de nosso povo com capas de revistas, faixas, símbolos diversos.
Processo
• Iniciar no ambiente preparado com um canto apropriado.
• Depois proclamar a leitura de Ex 14,15-31, seguido do cântico da vitória de Ex 15,1-21 como salmo. Em seguida refletir sobre o recado de Deus para nós hoje. Retomar o versículo 15:0 que aconteceu com os egípcios e com o povo de Israel? Qual era o projeto de cada um? Qual a atitude de Deus? O que isso tem a ver com nossa realidade, hoje? Que ligação tem com o nosso batismo? Esta conversa pode ser feita em cochicho e depois partilhada.
• Em seguida, entoa-se um canto de aclamação e proclama-se um destes textos ou outro que se julgar mais apropriado: Jo 4,1-42; Mt 28,16-20. Momento de silêncio seguido de preces, a partir do texto do Evangelho. Se escolherem o texto de Jo 4, algumas questões que podem ser abordadas: É ao redor do poço que Abraão, Moisés e Jacó encontram a esposa. Aí também a samaritana vai encontrar o sétimo e verdadeiro marido. Ela deixa o balde, pois já bebeu da fonte de água viva. E nós? Ela vai anunciar e dá testemunho. Pelo seu testemunho, os seus também bebem da fonte... O que isso tem a ver com o nosso batismo? Como vivenciamos e celebramos a conversão ao projeto de Deus, a adesão a Jesus Cristo, à comunidade dos seguidores/Igreja, e como participamos da mesma missão de Jesus?
• Realizar a bênção da água (de modo espontâneo ou com a fórmula do ritual — se não houver padre, tomar o ritual de bênçãos para ministros leigos). Renovar a renúncia ao demônio, que divide, explora, isola as pessoas... e a profissão de fé. Pode-se também cantar ou rezar a ladainha em base ao ritual ou a partir da invocação dos santos conhecidos e/ou da devoção de cada um. Em seguida aspergir a água sobre as pessoas. Entoa-se um canto apropriado.
• Conclui-se agradecendo a Deus o batismo e o dom da fé, e pedindo perseverança e fidelidade.
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